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domingo, 30 de setembro de 2012

Plantio da Placenta: um novo começo!

Ontem foi um dia muito especial para nossa família. Além do aniversário de 2 anos do Grupo Luar, equipe de enfermeiras obstetras que atende partos domiciliares, e que foi aqui na Casa Vivà, foi também dia de renascer com a entrega da nossa Placenta para a Mãe Terra.

E diante da Mãe Terra, a placenta que irá nutrir
a esperança e o amor por um mundo melhor!
A semana que passou foi muito intensa para mim, cheia de sentimentos, sensações, emoções que antes eu não havia experimentado. A organização da comemoração do Grupo Luar me fez remexer em muita coisa "adormecida" dentro de mim, no mais íntimo do meu coração. Consegui, nesta semana, re-significar muitos do que aconteceu a mim e a minha família no processo de parto meu e nascimento da Beatriz. O que antes era marcado pela cronologia, hoje deixou de fazer sentido pelo tempo, e começou a fazer sentido pelas sensações que nos causou. 
Até então eu precisava apontar alguns culpados por tudo o que aconteceu. Era peso demais pra carregar sozinha. Hoje eu sei que ninguém além de mim poderia parir, em todos os sentidos possíveis desta palavra. Embora eu, na gestação, me sentisse empoderada das minhas escolhas, somente hoje eu me sinto empoderada de toda a minha vida. Percebo que minha escolhas não precisam seguir uma linha linear ou muto menos atender a anseios alheios. Minhas decisões agora realmente me completam e me representam. São como um símbolo. 

E foi banhado com tantas resoluções e compreensões que ontem, ao encerrar a festa do Grupo Luar, nossa placenta foi plantada. Entregue novamente à Terra, devolvendo à Mãe Divina tudo aquilo que ela nos ofereceu durante a gestação da Beatriz e durante esse quase 1 ano e 3 meses de incubadora. Esse tempo de espera foi como uma nova gestação. Meu coração estava se preparando para poder entregá-la ao mundo, para nunca mais vê-la em estado cru, mas agora a veremos nos olhos da Beatriz, na sua força, no pezinho de araçá que plantamos junto à ela. A veremos em cada Lua Cheia, feminina, Mãe, Guerreira. Ainda a sentiremos cada vez que uma nova folha nascer, quando cada fruto brotar. A sentiremos na brisa, a veremos coroando o céu com todo seu poder. Órgão mais completo do corpo humano, que faz parte de mãe e filho, que é dos dois, sem egoísmo, somente entrega. Ela purifica, nutre, protege. Nossa placenta é bem pequena, com o cordão umbilical fino e delicado, mas toda essa aparente fragilidade guarda uma força que não conhecemos tamanho poder que tem; que alimentou, nutriu, protegeu durante os meses em que Beatriz estava dentro de mim.

E para relembrar, a Árvore da Vida impressa com o sangue puro da nossa placenta, feita com muito carinho pela Isabella no dia do nascimento da Beatriz.
Dizem os antigos que a Árvore da Vida representa o caminho do ser que foi nutrido por ela.
Tenho certeza que o caminho da Beatriz será de muita luz.
Nossa anjinha, flor de nossas vidas!
Um ponto de luz no Universo que veio para transformar nosso destino.
Gratidão à ela e à Deus por ter nos escolhido!

Pessoas muito importantes para nossa família estiveram presentes no nosso ritual de entrega. As nossas amadas parteiras, a nossa doula, a nossa fotógrafa, a nossa anja "ladra" de placenta, um casal de amigos que sabem bem a magia de parir, e um casal de amigos cujo fruto ainda se encontra no ventre, sendo nutrido pela tão admirável placenta. Foi lindo!

Logo que o Raul colocou a placenta no berço, cantamos uma linda canção da Isadora Canto: "Bem vindo meu novo ser, cercado de proteção, de tanto amor tanta paz, dentro do meu coração; É como se eu tivesse esperado toda a vida pra te embalar, é como se eu tivesse esperado toda a vida pra embalar." Linda demais, expressa tanto sentimento, tanta verdade! A Beatriz ouviu tanto essa música, inclusive quando estava na barriga, ligada à placenta.


A Beatriz prestou atenção todo instante. Olhou lá dentro de cada um que falou com ela desejando bênçãos. Contemplou o fogo que selou o plantio. Dançou e cantou as bênçãos e canções que entoamos para ela. Para que sua vida seja repleta de luz, sabedoria, saúde, pureza, plenitude. 

O Guga, nosso gato, ficou todo o tempo observando. Um amiguinho da Beatriz também estava presente para ajudar a entregar as boas mensagens aos céus. E ela recebeu de um amiguinho mais velho um doce "que o Papai do céu abençoe". Foi muito especial. Junto com a placenta e com a mudinha de araçá, cada um que estava presente, entregou à terra um objeto, repleto de intenções mágicas, que irão ao longo da linda vida da Beatriz, cobrindo a vida dela de encanto e luz.

Enquanto o Raul enterrava a placenta, eu cantei uma música muito especial para nossa família: "Na porta do mundo tem uma roseira que flora e chora; Não há ventania que a apague a candeia do sentimento; No pé do vento tem uma cantiga que quando sopra; Roda menina, derrama alegria, realça o dia; Toda criança que nasce parece a primeira estrela, amor promessa brilhando no céu do tempo!"

Oferenda do Raul: raízes para firmar-se à terra; alimento para nutrir a vida
E lá se foi ela, a placenta agora não é mais nossa, não está mais sob nossa proteção. Agora ela é da terra, agora ela irá alimentar a bondade e a esperança, irá nutrir com todo seu poder de Mãe o pezinho de araçá.
Todo aquele sangue que ficou contido ao longo desse 1 ano e 3 meses irá voltar para a Beatriz em forma de força divina. Que este sangue possa curá-la quando ela tocar o chão. "Mãe terra eu te sinto sob os meus pés; Mãe terra eu ouço a tua voz; heya heya heya aho" Canção que embalou a dança circular que fizemos em torno do plantio da placenta. Em círculo simbolizamos o Todo formado por cada unidade presente. Muita gratidão por este momento precioso. 

Que este sangue leve a vida e traga
vitalidade à Beatriz e aos filhos do mundo.
Pessoas muito especiais estavam lá, pessoas que estavam conosco em coração no dia do nascimento da Beatriz, e que ontem puderam estar presentes em nosso renascimento.

Simone - nossa fotógrafa
Talia - nossa doula

Aline - uma de nossas parteiras

Carol e Gustavo - amigos que carregam no ventre um filho de luz
'
Maria Rita - uma de nossas parteiras

Adelita - uma de nossas parteiras

Estavam presentes também a Bella,
nossa anja no nascimento da Beatriz;
Pri e César com o pequeno Hayan;
Breno filhote da Talia; e
João Paulo, namorado da Simone.






















Com todo amor do mundo para Beatriz, nossa anjinha de luz
que trouxe para nossas vidas a força divina de transformação e consciência.
Foi árduo, foi intenso, foi muito difícil entender os percalços da nossa história. Mas não só ela aconteceu exatamente como tinha que ser, e por isso também somos gratos, Mas foi essa luta que nos encheu de força, de garra, de determinação para lutarmos por outras famílias, lutarmos pelo amor e respeito. Porque nossa missão é mudar o mundo, e não há melhor forma de cumprir nossa missão do que recebendo com carinho os novos filhos do mundo.

Que este pé de araçá cresça forte 
e pleno de vida; que a luz o guie 
às estrelas para brilhar 
por um mundo melhor!

AHO! AHA! 
Gratidão!

terça-feira, 29 de maio de 2012

Compartilhando: Acolhendo (a mãe e) o bebê


Por Tatiana Favaro Lima

Fonte: Arquivo Pessoal
A leitura do capítulo "Recém-nascido" do livro Guia da grávida informada e consciente me fez lembrar das histórias contadas por minha avó de seus partos e puerpérios. Minha avó era uma pessoa que mantinha com muito fervor as tradições relacionadas ao nascimento e a morte. Lembro-me dela falando do zelo que se tinha com a mãe e com o bebê recém nascido. Lembro-me que chegávamos a rir do excesso de zelo, tradições bobas e sem sentido. Será? Desde que pari a primeira vez minha avó me parece muito mais sábia do que pensava...

Lembro-me dela falando que na primeira semana de pós-parto, mãe e filho eram preservados em repouso e isolamento. Sem visita nem dos familiares mais íntimos. Só entravam no quarto a parteira e/ou uma mulher mais velha da comunidade para cuidar da higiene e alimentação da mãe.

Hoje penso como seria bom termos direito a este isolamento. Seria mais fácil resolver os problemas de amamentação sem público, sem visitas, sem ter que se preocupar com afazeres domésticos, sem ter que conversar ou dar atenção a outras pessoas... somente a mãe e o bebê... imersos nas suas emoções e no seu processo de apaixonamento.
Nas semanas seguintes as pessoas da casa iam tendo acesso a mãe e ao bebê em horários bem restritos. A mulher permanecia de repouso por mais uns 30 dias, para garantir boa cicatrização/recuperação do parto e descanso suficiente para que pudesse cuidar do bebê com prazer e disposição. 
Como esses bebês deviam ser mais felizes, pois por pelo menos 40 dias esta mãe ficava dedicando-se exclusivamente a este filho. Para isso, a mãe era assistida por outra mulheres (familiares próximas e vizinhas). Essas mulheres não vinham visitar a puérpera, pelo que entendo das histórias contadas pela minha avó. As mulheres daquela comunidade automaticamente se organizavam e se revezavam para apoiar a puérpera. E isso me lembro de ter presenciado a até pouco tempo atrás... logo que chegava a notícia de um nascimento, minha avó já se punha a cozinhar uma canja ou sovar um pão para levar para aquela casa. Ela dizia que ia “visitar”, mas esta visita era muito diferente das nossas visitas de hoje. Ela ia de braços abertos para ajudar... lavava louça, varia casa, levava algum alimento, dava banho nos filhos mais velhos... Tão diferentes das visitas de hoje que levam presentes e esperam encontrar mesa posta, casa decorada, mãe disponível e sorrindo. Chegam querem pegar o bebê no colo, conversar em seu tom de voz normal, comem, sujam e vão embora, muitas vezes tarde da noite. Se a mãe põe limites nas visitas é logo taxada de fresca e logo começam os palpites de que “o bebê tem que se acostumar com barulhos”, sem contar os palpites sobre amamentação, sobre o parto, sobre os cuidados com o bebê. Tudo isso a meu ver interfere no processo de imersão que esta mãe necessita durante o puerpério. 
Mas muitas vezes a própria puérpera não se permiti assumir que precisa desta imersão, que o que ela quer naquele momento é ficar com o bebê e somente com ele. Afinal, seria mesmo frescura? Como enfrentar familiares e amigos? Como ir contra a corrente, neste período de tantas dúvidas e fragilidades. 
Acho que a mulher realmente tem que estar muito segura de si e preparada (informada) para enfrentar e impor suas necessidades e defender as necessidades de seu bebê. Além disso, a presença do pai consciente também é muito importante, pois ele sim, nos dias de hoje, tem o papel de proteger o puerpério, já que não contamos mais com aquela rede de apoio das antigas comunidades femininas. 
Vejo um paradoxo de isolamentos das famílias modernas, onde estamos expostos nos momentos em que deveríamos estar recolhidos, porém permanecemos isolados do verdadeiro contato comunitário. As pessoas sequer se sentem dignas de receber ajuda. Imagino como é visto com estranheza uma vizinha bater a porta de uma puérpera e lavar a louça e ir embora. Ou levar um cozido e não entrar para ver o bebê. Ao contrário, visitamos, levamos presentes caros e não ajudamos em nada. Nem nos permitimos pedir ajuda, quando necessário.
Sobre outro aspecto fiquei analisando como em outras vezes as famílias ficam ansiosas receber visitas e/ou sair de casa com os bebês. As mulheres hoje geralmente possuem rotinas exaustivas de trabalho, vida social intensa, e estranham a calmaria, o silêncio e o isolamento do puerpério. Muitas vezes são as mulheres que não conseguem suportar o silêncio do puerpério, pois neste silêncio, além do contato com o bebê surgem milhões de questões íntimas. E será que esta mãe está preparada para enfrentar este encontro tão profundo com seu filho e sua feminilidade mais profunda? Não seria mais fácil sair, andar, correr, trabalhar? A maioria dos relatos que encontro de puérperas é: “eu sempre trabalhei tanto, achei que ia ser moleza cuidar de um bebê...” Mas geralmente elas se surpreendem e muitas vezes não dão conta de manter este período de intimidade. E fogem... para os shoppings, para os parques, para as academias, para o trabalho... Muitas vezes com bebê no colo, ou no carrinho... expondo aquele ser sensível a um ritmo frenético, totalmente fora do seu ritmo. E muitas vezes eles realmente não reclamam, não naquela hora... não naquele dia... não da maneira que se espera. E com isso essas mulheres “pulam” o puerpério e perdem a oportunidade única de imersão e encontro, com seu bebê e consigo mesma.
Ainda sobre o texto gostei muito da forma como é exposta a visão do bebê sobre este período inicial da vida. Ressalto os pontos que achei mais interessantes:
“Ele é o vazio da ausência do corpo a corpo”
“Ele se vê mergulhado em uma avalanche de estímulos sensoriais”
“Nosso corpo é seu berço primário, seu principal porto seguro.”
“Um bebê precisa, primeiramente, receber o toque amoroso, o contato pele-a-pele.”
“Seu primeiros dias respirando pelos pulmões. Está limpo o ar que ele respira?”
“Tudo deve ser bem delicado, respeitando seus tempos, sua pequenês, suas necessidades.”
“Permitimo-lhe esse luxo: sono tranquilo, silencioso e no escuro”
“Como então oportunizar ao bebê seu rítmo? Prestando-lhe atenção.”
“Uma pessoa que é sujeito é encarada com atenção e consideração, com aquele interesse que temos por algo que nos fascina e desperta o nosso respeito.”
“As crianças, por estarem de alma nua e totalmente sincera, percebem na hora o fingimento, a rigidez, o distanciamento emocional. E sofrem.”
“...a única forma disso acontecer plenamente é conversando com ele”
“É preciso pressupor que nosso bebê seja inteligente, presente e receptivo.”
“Os erros devem ser apontados e trabalhados, mas não podem sabotar a auto-estima da criança.”
“Use todas as palavras que conhece,...”
“...crie sons para as emoções e as caretas.”
“Cante para seu bebê.”
“Embale-o em sua voz e envolva-o numa dança, para que ele descubra rítmos musicais e movimentos harmônicos.”
“Faça com ele o lhe agradar mais, pois sua felicidade será transmitida e ele fará experiência de emoções positivas que o incentivarão a crescer e se fortalecer. Sua alegria é a dele também.”
“Uma mãe bem disposta é a chave para um filho tranquilo.”
“Extendendo a gestação, dar o peito é um ato de amor e doação dos mais elevados.”
“É um tempo precioso que não deveria nunca ser perturbado, interrompido ou invadido. A mamada é um espaço e um tempo sagrados para serem escrupolosamente respeitados.”
“O banho é mais um momento lúdico do que de limpeza.”
“Nunca deixá-lo pegar friagem. É importante que pés e cabeças estejam sempre protegidos de ventos e frio”
“Deixem que tenha ar para respirar e que também possa abrir os olhos e enxergar um pedaço de mundo e não o protetor de berço!”
“Festejemos, então, sem aflição e em serenidade.”
“Com um recém-nascido deveríamos despir nossas roupas convencionais, esquecer as modas e a etiqueta, e colocarmo-nos de alma nua em relação com outra alma nua que acabou de descer sobre este planeta.”

Tatiana Favaro Lima é professora de ciência da computação e aluna do curso de formação de Doula Pós-Parto da Ong Amigas do Parto.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Inteligência emocional

Nunca tinha prestado atenção neste termo. Mas esta semana uma grande amiga se referiu a minha atitude silenciosa diante de pessoas fechadas a discussão sobre maternidade consciente como Inteligência Emocional. No mesmo instante eu tive um clik: “faz todo sentido, é isso mesmo”.

Até então eu chamava de covardia mesmo. Fico incomodada com o fato de ter que me explicar e justificar as escolhas feitas em minha vida, principalmente àquelas relacionadas com minha filha. É desgastante e absolutamente desnecessário, mas quem “segue o fluxo” tem mania de fazer cobranças descabidas. Mas eu me sentia covarde muitas vezes. Quando eu percebo interesse das pessoas em me ouvir, em compreender minhas decisões, em dialogar, aí sim eu me empolgo e falo tudo que sei a respeito. Mas quando a atitude da pessoa é de pura ignorância, leia-se aqui falta de vontade em aprender, aí infelizmente ainda não tenho fôlego para falar. Até porque sei que no meu círculo eu seria enxovalhada de pedras cortantes e pontiagudas. Ser chamada de bicho-grilo é um tenro elogio.

Ainda estou vivendo meu pós-parto (sim, 6 meses ainda é pós-parto), e o cansaço causado pelas argumentações em vão prejudicam meu emocional. Por isso aprendi que, por enquanto, só abro a boca quando sei que haverá uma conversa, onde ambos os lados estão abertos a ouvir e refletir, onde verdades não são irrevogáveis. Em compensação, quando sinto que posso falar, saio da prosa realizada, feliz, entusiasmada com a certeza de que o mundo vai mudar com pessoas mais conscientes.

É a tal inteligência emocional. É controlar as emoções em benefício próprio e dos demais. Porque vamos combinar, se todas às vezes em que sou criticada por minhas decisões que são pensadas, estudadas, refletidas, eu falar tudo o que penso, como se diz, “o circo vai pegar fogo”.  Com certeza alguém sairá ferido, e não tenho dúvidas de que serei eu. Culpa da minha demasiada bondade.

Bem, dizer que eu controlo minhas emoções é uma inverdade das boas, até porque acho muito difícil que alguém consiga fazer isso com eficácia, o que atrapalharia todo o fluxo natural do instinto humano, mas saber a hora certa de falar e a hora pra manter o silêncio é um exercício de autoconsciência tremendo. É buscar usar nossas emoções de forma a produzirem reações favoráveis. Isso melhora a vida de qualquer um que exercite este auto-conhecimento.

Por enquanto "deixe que falem", "entra por um e sai pelo outro" e saio de perto. Agora, não tenha dúvidas de que quando meu estado psico-bio-social do pós-parto se acalmar, a ativista que vive em mim acenderá as tochas da revolução e pronunciará tudo aquilo que ficou entalado durante o tempo em silêncio. E eu sinto que este momento tá chegando.
Nada agressivo, mas me sentirei no direito de também expor minhas opiniões.


Eu não saio por aí palpitando na vida de ninguém. Por que raios as pessoas acham que podem falar o que bem entendem e ainda se sentem no direito de achar ruim e ficam bravas quando são contrariadas por aqueles que ofenderam??? 
Ahhh, me desculpa, mas isso tá com os dias contados.

Fonte: Google Images